
Olá problema. Você quer saber o que vai de mim já por agora...
Não por onde passamos, nem por onde estamos neste momento. Se com a corda no pescoço ou simplesmente sentindo o cheiro de uma dama da noite. A praça parece menor, a cidade não parece sair dali, o seu estado não tem mais a força que tivera e você ainda se agarra a coisas tão pequenas. O que aconteceu nesta caminhada?
O seu rosto já é diferente! Longe me vejo em outros braços e seu rosto passa como um reflexo do que antes nunca passara despercebido. Agora vai querer me convencer que estes poucos dias te fizeram assim. Não é possível passar uma gota desta culpa. Ela é toda sua. E deste momento em diante eu não ouço mais a próxima palavra sem que a anterior seja aceitação!
Já me passaram tantas coisas e eu ainda tento me convencer que este é o melhor caminho. Não tenho mais tanta certeza do que será o certo e do errado eu vou me virando. Até um dia, mesmo que sem definição nenhuma, aos trancos e barrancos, possamos nos encontrar mais uma vez.
Neste caso mal resolvido, entremeado por todos os possíveis detratores, seu olhar continuará passando pela minha porta. E se eu olhar pela janela é você quem eu vejo. Desde quando eu me deito ou viro até o sino soar. Um passo único em que eu não consigo e nem quero me virar! Se uma lágrima por alguma vez cair, o mundo pode revirar. É um tipo de efeito borboleta. E aí você já passou! Até a próxima.




